Diretório do PPS se defende de acusações



O Partido Popular Socialista se desculpou com o Vereador Isaías de Diogo sobre o incidente ocorrido no último dia 14/09, visto que, sempre que ocorrem reuniões oficiais do Partido, os filiados recebem mensagem no celular e postagem no grupo oficial do PPS. No caso, desse incidente ficou um dirigente partidário, responsável por avisar ao Edil sobre a necessidade do mesmo não ir a sede do Partido, pois, não haveria reunião, fato que o mesmo disse que tentou falar pessoalmente e não conseguiu.            Quanto a questão do golpe, isso não existe, o PPS sempre agiu de forma democrática, convocando seus filiados para reuniões, escolheu seus candidatos através de comissão, mas, infelizmente não consegue agradar a todos. Diga-se de passagem, um dos poucos partidos que se reúne até hoje, mesmo após ter passado as eleições.            É muito fácil hoje, um dirigente, dizer que foi massa de manobra, quando ele mesmo desejava que o PPS tomasse um novo rumo, e participou ativamente do processo, mas, vemos que quando interesses pessoais não são resolvidos da forma que queriam, passam a fazer acusações públicas, com maldade, demonstrando falta de maturidade política.            Nesse meio tempo que estamos a frente do PPS, desenvolvemos palestra sobre o processo de Metropolização de Feira de Santana, curso de formação política em Alagoinhas ( no qual tivemos um mal estar com o filiado expulso do partido, pois, o mesmo casou desconforto e fez com que a Executiva Estadual solicitasse que o mesmo não fizesse mais parte dos quadros do partido), fizemos curso para as mulheres e Congresso tudo de forma ampla e divulgada, mostrando o tanto que o partido se preocupa com formação e com discussão dos problemas da cidade. No período eleitoral, inclusive entregamos ao nosso candidato e atual prefeito uma cartilha constando propostas, fruto de nossas reuniões e discussões internas. Com isso, podemos verificar que nossos militantes, sabem sim o que é política, ou então, estamos desqualificando os ex-vereadores Osmario Pena e Dias, os militantes, Bido, Djalma de Arnol, Pontinha, o sindicalista Andre Filipe, o ambientalista Carlos Romero, o Advogado Paulo Soares, a Dentista Cristina Rosa, o Sacerdote Diácono Gilberto, o Presidente da Cromossomos 21 – Hamilton Teles, o soldado Josafá Ramos, dirigente da ASPRA, o Sagto Sergio Barros, o próprio lutador Carlos Lacerda e o sindicalista Deibson Cavalcanti entre tantos outros que participam do Partido.            Vemos o despreparo desse grupo, pois, feriram a dignidade de Carlos Lacerda, pois, o mesmo tem uma luta em prol das pessoas com deficiência, com ações impetradas no Ministério Público do Estado da Bahia, onde resultou na implantação de ônibus com elevador, rampas de acesso e cumprimento de cotas de empregados com deficiência no mercado de trabalho, e o agrediram, chegaram a inclusive o chamar para uma luta corporal, mostrando assim o despreparo emocional de membros desse grupo.Outra falta de maturidade política demonstrada, foi em relação a fusão com o PMN, para criar o MD. Aqueles que militam no meio político, sabem que a fusão veio de cima para baixo, ou seja, partiu da Nacional, restando as Executivas Estaduais e Municipais, apenas seguir as orientações dadas. Inclusive o acordo com os Deputados Bruno Reis, Targino Machado, Maurício Trindade, Elmar Nascimento e Sandro Régis foi feito por cima, que para que eles saíssem de suas legendas e ingressassem no MD, os mesmo teriam que assumir a Presidência das Comissões Provisórias que iriam nascer com a fusão, ou seja, não tínhamos controle nenhum sobre essa fusão e sobre as negociações, e muito menos interesse em ceder a cadeira de Presidente a qualquer pessoa, mas, poderia realmente ocorrer, em função da busca pelo fortalecimento partidário.            Quanto a crime eleitoral citado, temos o seguinte a dizer, a expulsão de um membro do partido, é uma medida disciplinar interna, e não afeta a justiça eleitoral, somente poderia ter competência caso estivesse iniciado um procedimento eleitoral, o que não vem ao caso, ou seja, o ato de expulsão do partido é matéria de “interna coporis”, estando na órbita de autonomia da agremiação partidária, conforme prescreve o artigo 17, $1º da Constituição Federal, então, o cidadão expulso não pode falar pelo partido. Constam no arquivo do PPS, todos os documentos que levaram a Comissão de Ética, a definir a expulsão do mesmo. Da mesma forma, seguindo o mesmo preceito, a elaboração do Estatuto é ato interno, não necessário passar pela reunião com todos os membros, e para concorrer, basta o mesmo, inscrever a chapa no período que consta no edital de eleição, tendo o partido seguido as orientações advindas do Diretório Nacional e Estadual.Por fim, temos vários documentos, e-mails e “prints”, de tudo que foi veiculado, ou enviado a filiados, mas, que por questão interna e de preservação da imagem das pessoas, não serão enviadas juntos com essa carta, mas, que caso situações como essas continuem, com atos lesivos a dignidade humana e ao partido, sanções administrativas e jurídicas podem ocorrer, algo que o partido assim não o deseja, podendo se for o caso o filiado insatisfeito pedir desfiliação visto que, um Partido Político é de livre associação. Sem mais, Feira de Santana, 15/09/13 Diretório Municipal do Partido Popular Socialista – Feira de Santana
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Sobre Paulo Silva

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