
Os homossexuais são um público cobiçado pela indústria do turismo. Segundo a Associação Brasileira de Turismo para Gays, lésbicas e simpatizantes (Abrat), eles fazem de três a quatro viagens anuais e costumam gastar 30% a mais que os heterossexuais. Segundo especialistas do setor, esse público pode gastar mais com viagens porque os casais têm renda dupla e não tem filhos. Na Bahia, ainda não se sabe quanto este setor movimenta a renda. De acordo com a presidente da Bahiatursa, Emília da Silva, um mapeamento já está sendo feito.
