Justiça decide que Arruda deixe a prisão no DF


Dois meses após ter ordenado a prisão do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM), a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou, nesta segunda-feira (12), sua libertação por entender que ele já não oferece risco às investigações do inquérito do mensalão do DEM de Brasília. Arruda foi preso em 11 de fevereiro por suposto envolvimento em uma tentativa de suborno ao jornalista Edmilson Edson dos Santos, o Sombra, testemunha do inquérito que tramita no STJ e investiga o esquema de pagamento de propina que envolve, além do ex-governador, o ex-vice-governador Paulo Octávio (sem partido, ex-DEM), deputados distritais, empresários e integrantes do governo do DF.
Na manhã desta segunda, a subprocuardora-geral da República Raquel Dodge enviou parecer ao STJ no qual solicita a manutenção da prisão de Arruda. Na avaliação da subprocuradora, uma vez posto em liberdade, o ex-governador pode atrapalhar a investigação do material recolhido na Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, que desmantelou o esquema no dia 27 de novembro de 2009.
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Sobre Paulo Silva

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