
Um homem de 77 anos e seus quatro filhos compareceram hoje perante um tribunal do Missouri (EUA) acusados de abusar sexualmente de várias crianças entre 1988 e 1995, informou hoje a imprensa local.
Burrell Edward Mohler e seus filhos, de entre 47 e 53 anos, apareceram perante um tribunal do condado de Lafayette algemados e com macacões laranja de presidiários, segundo o diário "Kansas City Star".
Enquanto as autoridades do condado dão força ao escândalo local com a busca de corpos e de novas vítimas, o juiz do tribunal atribuiu aos acusados vários crimes sexuais graves relacionados a crianças, que incluem denúncias de sodomia forçada, estupro de uma menina de 12 anos e utilização de outra menor em um ato sexual.
Os cinco parentes, detidos na prisão local sob fiança de entre US$ 30 e 75 mil, não fizeram declarações em sua defesa e pareciam não ter representação legal, segundo o jornal.
O caso foi aberto em meados de agosto, quando uma mulher de 26 anos foi até as autoridades locais com as denúncias, que incluíam o aborto feito por uma menina de 11 anos, disse à imprensa local o agente Bill Lowe, da Polícia Rodoviária do Missouri.
A mulher e outros cinco irmãos, que também assinaram a denúncia, explicaram que após forçá-los a cometer diversos atos sexuais, os acusados tinham obrigado que escrevessem sobre o ocorrido, guardassem as histórias em jarras de vidro e as enterrassem no jardim, como forma de esquecer o que havia passado.
Burrell Edward Mohler e seus filhos, de entre 47 e 53 anos, apareceram perante um tribunal do condado de Lafayette algemados e com macacões laranja de presidiários, segundo o diário "Kansas City Star".
Enquanto as autoridades do condado dão força ao escândalo local com a busca de corpos e de novas vítimas, o juiz do tribunal atribuiu aos acusados vários crimes sexuais graves relacionados a crianças, que incluem denúncias de sodomia forçada, estupro de uma menina de 12 anos e utilização de outra menor em um ato sexual.
Os cinco parentes, detidos na prisão local sob fiança de entre US$ 30 e 75 mil, não fizeram declarações em sua defesa e pareciam não ter representação legal, segundo o jornal.
O caso foi aberto em meados de agosto, quando uma mulher de 26 anos foi até as autoridades locais com as denúncias, que incluíam o aborto feito por uma menina de 11 anos, disse à imprensa local o agente Bill Lowe, da Polícia Rodoviária do Missouri.
A mulher e outros cinco irmãos, que também assinaram a denúncia, explicaram que após forçá-los a cometer diversos atos sexuais, os acusados tinham obrigado que escrevessem sobre o ocorrido, guardassem as histórias em jarras de vidro e as enterrassem no jardim, como forma de esquecer o que havia passado.
