Acusado de planejar roubo das provas do Enem diz que agiu de ‘boa fé’


O principal suspeito de planejar o roubo das provas do Enem, disse neste domingo (11) ao Fanstástico que agiu de 'boa fé'. Segundo Felipe Pradella, a inenção era 'alertar para a fragilidade da segurança'. "O que eu queria fazer era mostrar que o Enem não era tão seguro”, disse Pradella ao Fantástico. Pradella tem 32 anos, é corretor de imóveis e está desempregado. Em setembro deste ano, ele arrumou um emprego temporário. Foi trabalhar como conferente para o consórcio Conasel, contratado pelo governo federal para elaborar o Enem. O serviço era dentro da gráfica Plural, onde as provas foram impressas. É Pradella quem aparece em imagens da câmara de vigilância, segundo a Polícia Federal, roubando um dos testes. “Eu não roubei prova nenhuma. E esse papel era o papel de um dos testes aonde que eu anotava. Eu tinha uma planilha onde eu anotava tudo o que entrava aqui e o que saia", afirmou Pradella.
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Sobre Paulo Silva

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