
O Tribunal de Contas da União encontrou indícios de irregularidades em 3% das 18 milhões de famílias registradas no Cadastro Único ao comparar as informações concedidas com o registro de óbitos, de políticos e suplentes no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), da base de contribuintes e beneficiários da Previdência Social e com dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (RENAVAM).
Em um caso, por exemplo, foi constatado que um beneficiário tinha seis veículos registrados em seu nome. Porém, fiscais da prefeitura consultaram a família e descobriram que os automóveis eram registrados equivocadamente por solicitação do patrão do beneficiário.
“Constatamos que os pobres estão sendo indevidamente usados. Vamos encaminhar esses casos para o Ministério Publico, para que as providências devidas sejam tomadas. Com isso, [a auditoria do Bolsa Família] estamos combatendo outras fraudes, direta e indiretamente”, disse o ministro.
